AddThis Social Bookmark Button


  


Versão Inglesa
Página Inicial
ÂMBITO DO AMOR
Faces Opostas
Gente e Coisas
Importância do Amor
Ciclos do Amor
Amor Gasto
Amor e Arte
Ironizar e Desvalorizar
AMOR ROMÂNTICO
Amor e Beleza
Amor e Jogo
Grandes e Pequenos Amores
Abelardo e Heloísa
Amor e Literatura
AMOR FRATERNAL
Apelos ao Amor
Amor e Razão
Amor e Sofrimento
Maquiavel e o Amor
Com e Sem Amor
AMOR E CASAMENTO
Revolta Feminina
Guerra de Sexos
Jogos de Amor
Genes Masculinos
Machismo e Feminismo
Passado e Casamento
Casamento Irracional
Homem e Casamento
AMOR E SEXO
Amor Libertino
Amor sem Humor
AMOR E AMIZADE
Trair a Amizade
Amizade e Sexo
Amizade na Literatura
AMOR E MAL
Amores Nazis
Amor e Ódio
Genes do Mal
Sonhos de Amor
AMOR E IDEIAS
Amar Ideias Loucas
AMOR E INVERDADE
Mentir por Amor
Amar Trivialidades
Amar Mitos
AMOR E CIÊNCIA
Amor, Genes, Liberdade
Belas Mulheres
Robots e Amor
POLÍTICA E AMOR
Palavras Ocas
Política e Sexo
Patriotismo
AMOR E ECONOMIA
Amor e Mercado
Amor ao Lucro
AMOR E VALORES
Amor e Gratidão
Amor e Humildade
Amor e Orgulho
Amor e Razão
Amor e Tolerância
AMOR E ÉTICA
Militaristas e Pacifistas
Paz e Guerra
Amor e Animais
Sites & Links

 

 

 

 

 

                                                                                                                        
A Importância do Amor: o Amor é Nada, o Amor é Tudo


«A vida é bytes, bytes, e mais bytes de informação digital», escreveu Richard Dawkins, um destacado biólogo contemporâneo. Na mesma linha, não será que também é possível reduzir o amor a bytes, bytes, e mais bytes?

Pense-se no amor romântico, por exemplo. Não pode ele ser visto como ilusões da nossa mente, como resultado de instintos que levam os apaixonados a transformar seres banais em princesas e príncipes encantados, antes de voltarem a cair na realidade?

Do mesmo modo, e quanto aos outros nossos amores, não serão eles basicamente ilhas privadas, coisas que a morte apaga e leva consigo. E quanto à nossa vida colectiva, não é verdade que nela manda sobretudo a competição e os egoísmos, ou a lei do lucro, e não propriamente o amor?

É. Em certa perspectiva é possível reduzir o amor a unidades insignificantes. Ou, se quisermos, a bytes, bytes, e mais bytes.

Mas há outro ângulo: sem amor, o que seriam as nossas vidas? Qual o seu sentido? Sem os espaços de amizade, sem vivências de amor, valeria a pena estar vivo?

E a conclusão é unânime: as nossas vidas são indissociáveis dos nossos amores. Sem o amor não seríamos humanos e a sociedade ruiria. Sem os sentimentos ligados ao amor - actos de bondade, generosidade, simpatia - a sociedade seria uma selva inabitada, e nós simples máquinas.

Do mesmo modo, se tudo fosse regulado pelo lucro e pelos nossos interesses, o que seria das nossas sociedades, elas que já têm tanta miséria e tanto conflito?

Afinal, o amor é muito. Não é tudo na vida, mas está longe de ser apenas bytes, bytes e mais bytes.


O que é o amor? Ver também:
O que é o amor?

O amor é sublime, ou quimera e caos?
Objectos do amor: pessoas, Deus, o dinheiro, a arte, o poder, e mais o quê?
Desvalorizar e ironizar sobre o amor
Ciclos do amor: tempo de paz, tempo de guerra
Amor, tempo, hábito
Amor e arte


Retornar Topo - O Amor é Tudo, o Amor é Nada
Retornar Página Inicial - Ensaios sobre o Amor e Citações



 

 

 

Autor dos Ensaios e Site: Eduardo Reisinho, Setúbal, Portugal. Copyright Eduardo Reisinho -