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Amor e Insensibilidade do Homem
Para Com as Outras Espécies
Homens e Pássaros


Quando os tiros das armas humanas se calam, os pássaros cantam. No meio da desolação e dos horrores deixados pela guerra, os pássaros cantam empoleirados nas botas dos soldados mortos ou nas árvores em redor, alheios à morte. É um cenário bem conhecido de quem passou pela guerra.

Esta insensibilidade dos pássaros surge-nos estranha. Choca-nos, dói-nos. E pode levar-nos a pensar: «Como estamos afastados e acima das outras espécies. Só nós somos capazes de verdadeiramente sentir, de ter consciência. Só nós verdadeiramente somos capazes de pensar e amar, de forma superior.»

Sim. Talvez. Mas não deixamos de ser como os pássaros, insensíveis perante mil e um morticínios – no campo humano, e também fora dele.

Embrenhados e acostumados à crueldade da vida e do mundo, não vemos quão cruéis também somos para as outras espécies… Positivamente, não pensamos nos milhões de animais que diariamente abatemos nos nossos matadouros, ou nos muitos biliões que aprisionamos condições cruéis, antes de os matar e comer...

Nessa perspectiva, é totalmente deslocado ficarmos espantados com a insensibilidade dos pássaros que cantam no meio dos cadáveres humanos. Somos tão insensíveis como os pássaros.


Ética e Amor? Ver também:

Amor e crueldade do homem para com os animais
Ética militarista e ética pacifista
Amor, Paz e Guerra

 

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Autor dos Ensaios e Site: Eduardo Reisinho, Setúbal, Portugal. Copyright Eduardo Reisinho -