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O Amor é Belo: a Beleza e o Amor

O belo é uma criação do nosso espírito, afirmam os filósofos há centenas de anos: «A beleza das coisas está na mente de quem as contempla», defendeu Hume há mais de duzentos anos. Algo que e os cientistas confirmam, à sua maneira: «Não há, exteriormente a nós, calor ou frio, mas apenas diferentes velocidades de moléculas; não há sons, chamamentos, harmonias, mas variações de pressão do ar; não há cores, nem há luz, mas apenas ondas electromagnéticas», escreveu H. Foerster.

Do mesmo modo, a beleza pode ser convencional e caprichosa (o actual culto às manequins magras…). Ou aberrante, quando misturado com o luxo ostensivo dos milionários. Ou envolver preferências tolas, nos mais diferentes campos.

Na mesma linha, é usual defender-se que os amores baseados na beleza são efémeros e basicamente ilusórios. «O amor que assenta na beleza, como beleza em breve morre», diz John Donne.

O belo pode ser de facto secundário. Mas nós não deixamos de amar o belo. Queremos o belo para as nossas vidas, para as nossas casas, para os nossas amores («A beleza é o presente do amante», diz William Congreve).

O belo é indissociável de muitos amores, e nomeadamente do amor romântico. «O enamorado sabe mais sobre o bem absoluto e a suprema beleza do que qualquer lógico ou teólogo, a não ser que também estes estejam enamorados sem o saberem», disse Santayana. 

Necessitamos do belo. Isso dá um sentido maior às nossas vidas. «Só através dos símbolos da beleza podem os nossos pobres espíritos erguer-se das coisas temporais para as eternas» (Abade Suger).


Citações
Amor, Beleza, Enamoramento e Poesia

A beleza é o presente do amante.

William Congreve, 1670-1729, escritor inglês, The way of the world

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O enamorado sabe mais sobre o bem absoluto e a suprema beleza do que qualquer lógico ou teólogo, a não ser que também estes estejam enamorados sem o saberem. 

Atribuído a George Santayana, 1863-1952, filósofo americano

 


Um amor nascente inunda o mundo de poesia, um amor que dura irriga de poesia a vida quotidiana, e o termo de um amor atira-nos para a prosa.

E. Morin, sociólogo e filósofo francês, Método V

 


Ficar apaixonado corresponde ao desejo de ver o mundo com outros olhos.

Francesco Alberoni, ensaísta italiano, Le choc amoureux



O louco, o enamorado e o poeta são filhos da imaginação. Um vê mais demónios do que aqueles que o inferno pode conter: é o louco. O apaixonado, igualmente frenético, vê a beleza de Helena num frontispício egípcio; o olhar do poeta, esse, animado por um belo delírio, transporta o céu para a Terra e a Terra para o céu.

William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Sonho de uma noite de Verão

O amor torna-nos poetas, e a morte filósofos.

Atribuído a George Santayana, 1863-1952, filósofo americano

 


Só através dos símbolos da beleza podem os nossos pobres espíritos erguer-se das coisas temporais para as eternas.

Abade Suger, século XIII, citado em Os criadores, D. Boorstin


A beleza é misteriosa e igualmente terrível. Deus e o diabo estão combatendo nela, e o campo de batalha é o coração humano.

F. Dostoievsky, 1821-1881, escritor russo, Os irmãos Karamazov

 


O amor que assenta na beleza, como beleza em breve morre.

John Donne, 1572-1631, poeta inglês, Elegies


Amor romântico? Ver também:
O amor é ilusão e loucura
O amor é um jogo
Grandes e pequenos amores
Amor e fidelidade
Quantas Heloísas e Abelardos existem nos divórcios e amores actuais?
O amor romântico na literatura: Platão, Dante, Shakespeare

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