Genocídios, Chacinas, Amor e Genes do Mal
Há
múltiplos indícios e registos de chacinas colectivas, em
diversos lugares, mundo fora, no nosso passado humano. A Bíblia
contém múltiplas referências a genocídios. Moisés, ele próprio,
ordenou massacres, como se refere detalhadamente no livro dos
Números.
Moisés
falou então ao povo: ‘Armai de entre vós homens para a guerra,
para combater Madian e realizar a vingança’
Combateram contra Madian como o Senhor tinha ordenado a Moisés,
e mataram todos os varões. (…)
Moisés porém irou-se contra os oficiais do exército, e os vários
chefes que regressavam da batalha, e disse-lhes: «Porque
deixaste com vida todas as mulheres?» (…) Vamos, matai agora
todo o rapaz e toda a mulher que tenha tido relações com homens;
mas conservai vivas as raparigas que não tiveram relações com
homens, e ficai com elas.
Hitler e
Estaline não são aberrações ou excepções. Antes deles houve
muitos outros massacres, e, mais perto de nós, os exemplos
também não faltam: Pol Pot no Camboja, os massacres de Ruanda,
em África, ou os do Kosovo, na civilizada Europa.
Mais: de
acordo com a perspectiva da actual genética evolucionista,
genocídios como os descritos na Bíblia representam fortes
vantagens para os genes daqueles que os praticam. Eles difundem-se,
enquanto os genes das vítimas são varridos. E os genes podem
muito bem favorecer esses comportamentos agressivos. Noutros
termos: sem o saberem, Moisés e os seus seguidores estavam a
seguir os interesses e os ditames dos genes.
À sombra da religião, de princípios de amor a Deus e a ideias,
há ódio e, sem o sabermos, impulsos e instintos ditados pelos
genes.
Amor, Mal, Ódio? Ver também
Mal, indiferença, crueldade e egoísmo
Os amores de Hitler e dos Nazis
Quando o amor alimenta o mal e o ódio
Sonhos de melhores sociedades, com
mais amor