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A Realidade é um Produto das Ideias que Criamos e de que somos Escravos

Como seres vivos, temos a estranha capacidade de criar e amar ideias. Faz parte da natureza humana. Conhecer o mundo é de certo modo formar ideias sobre esse mundo.

Mas as nossas ideias não são, obviamente, cópias ou traduções fiéis da realidade, tal como os nossos olhos e sentidos não captam essa mesma realidade («A natureza dos fenómenos não pode ser entendida pelos nossos olhos», considerou Lucrécio, há dois mil anos, antecipando o que os físicos e outros cientistas hoje confirmam).

Por outras palavras: ao criar as ideias, o nosso cérebro simplifica a realidade, e outras vezes revela uma enorme fantasia e constrói ideias sem substância real.

De facto, algumas das nossas ideias são manifestamente irreais e míticas: a ideia do pai Natal, a ideia de que o nosso país é o melhor do mundo, a ideia de que os homens têm o direito de escravizar os outros animais, a ideia de que as mulheres são inferiores aos homens, e por aí fora…

E para cúmulo de tudo, ao criarmos ideias, ficamos seus escravos.


Estamos nas mãos desses deuses, desses monstros, desses gigantes: as nossas ideias.

Victor Hugo, 1802-1885, escritor francês, Quatre vingt-treize  

As ideias têm de facto a misteriosa capacidade de nos conduzir, sobretudo as ideias mais nucleares: certas ideias de dever, certas ideias de bom e mau, certas ideias de Deus… São elas que determinam as outras. E são elas que determinam os nossos ódios e amores.


Amor e ideias? Ver também:

Amar e criar ideias e ilusões


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Autor dos Ensaios e Site: Eduardo Reisinho, Setúbal, Portugal. Copyright Eduardo Reisinho -